dynatrace

Mostrando postagens com marcador rio grande do sul. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rio grande do sul. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de março de 2016

Ao Chile numa moto - 17º dia

Acordamos e aproveitamos do belo café da manhã típico dos hotéis brasileiros. De Uruguaiana seguimos a viagem para Passo Fundo, o dia começou chuvoso. Antes de pegar a estrada, tivemos que passar no centro para um dos amigos resolver um problema com o cartão de crédito. Esse problema apareceu no primeiro dia em San Pedro de Atacama, e não pode ser resolvido até que ele chegasse aqui no Brasil. Foram várias ligações para a agência, gerente, banco e nenhuma solução. Como segurança, tenha um segundo cartão, de preferência de outro banco para esse tipo de emergência, além, claro, de habilitar o internet banking no seu celular para demais atividades, como transferências.

Não tomamos muita chuva nesse dia, mas o estado das rodovias estavam lamentáveis. Foi o pior trecho de estrada que pegamos até o momento. Pior até que o trecho em obras no Chaco Argentino. Aliado a isso existia o cansaço acumulado da viagem, e esses últimos dias foram complicados. Eu sentia muita dor nas costas, minha vontade era de chegar, não havia mais aquele prazer ao pilotar.

Chegamos em Passo Fundo sem reservar de hotéis. Seguimos ao centro e encontramos um bem confortável com o um preço justo, mesmo pagando o estacionamento a parte.


Não encontramos o tão querido restaurante com self service, e tivemos que encarar um delicioso sanduíche.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Ao Chile numa moto - 16º dia

Acordamos cedo e descobrimos que o café da manhã atrasaria. Houve algum problema com o forno da padaria que trabalha para o hotel e não haveria entrega dos pães. Enquanto isso fomos lubrificar as motos e prender os baus. Voltamos para o hotel e nada dos pães. Vamos tomar só um copo de café mesmo e tá bom.

Enquanto tomávamos o café com leite, uma outra funcionária do hotel aparece com alguns pães amassados e croissant. Ótimo. Já dá para encarar os 760 km da volta.

Deixamos o hotel e seguimos forte em direção ao Brasil. Nenhuma novidade na estrada. Bem pavimentada, pedágio em alguns pontos, sem sustos, e com tempo bom.

Quando estávamos quase chegando na última cidade da Argentina, Paso de Los Libres fomos parados pela primeira vez pela polícia. Paramos nós três no acostamento e esperamos pelas instruções. Só a habilitação. Precisa ser a PID? Não só a habilitação. O policial olhou, tudo certo. Boa viagem.

Menos de 10 km depois fomos parados outra vez. Agora a farda do policial era diferente, não havia posto policial, apenas um cone no meio da pista e uma viatura parada no acostamento.
Desci já pegando a habilitação. Mas logo estava montando na moto de novo. O policial nem chegou a vir falar comigo ou com a moto de trás, o papo ficou somente com a primeira moto. Logo mais a frente quando paramos perguntei o que rolou. O policial já parou pedindo ajuda, um dinheirinho. O que nos salvou da propina foi dizer que estávamos terminando a viagem e que não tínhamos mais efectivo, viajávamos apenas com a tarjeta. Ele deve ter visto a minha câmera no guidão da moto e nem chegou a tentar o mesmo papo comigo, dispensou ali mesmo.

Mais alguns quilômetros e chegamos na aduana, na cidade Paso de los Libres. Deixamos as motos no estacionamento e apresentamos os passaportes e o documento da moto para vistoria. Passaportes novamente carimbados, tivemos que apresentar para uma outra fiscal na saída do prédio. Tudo certo. Voltamos as motos, atravessamos a ponte e estávamos de volta ao Brasil.

Dessa vez não precisamos buscar por hotéis, pois eu já havia reservado. Paramos as motos já dentro do estacionamento do hotel. Tomamos aquele banho e fomos mais que depressa buscar um restaurante com self service.


Uma pena que era domingo a noite e não havia muitos restaurantes naquela região. Mas encontramos um que servia a tão queria picanha na chapa, bem servida com uma guarnição de arroz, outra de salada, outra de maionese e uma de batatas fritas. Essa fartura toda por apenas 35 reais. Ah meu Brasil...